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Medicina Narrativa - PRMFC

Nunca foi linear. Nunca fui. Havia a escrita, o teatro as línguas estrangeiras; havia eu e minhas artes. Havia a medicina, cheia de aparentes rigidezes, regras e expectativas. Só de fato a escolhi, genuinamente, após o 3° ano. Antes, estava lá, estudando loucamente e sem sentido. Sabendo tudo dela e nada de mim. Senti muito medo de me perder, mas sempre digo e ouço isso - me perco para então me encontrar. Perceber que mesmo dentro dessa ciência tão lotada de pretensão, certezas e erros, havia também pessoas sensíveis, preocupadas com outras pessoas. E que na verdade a medicina é também uma ciência não exata e humana. Eu me entendi neste caminho de médica de família ainda na graduação, mas ainda mais após ela quando o pronto socorro jogou na minha cara como a população precisa desse cuidado. As pessoas choram muito e sentem muitas vezes até menos do que deveriam. Eu também choro sempre. E ainda bem. O que me separa de quem eu atendo, quando atendo, é nada. Eu choro porque sinto e porque...

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